Será que você precisa de uma atualização em design?

Sabemos que o mundo vem mudando muito rápido nas últimas décadas. Falamos hoje de transformação digital e da criação de uma Nova Economia, e vivemos em um cenário conhecido como VUCA — volátil, incerto, complexo e ambíguo. Com isso, novas habilidades são demandadas em todas as áreas de conhecimento. E, desse modo, a resposta é

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Sabemos que o mundo vem mudando muito rápido nas últimas décadas. Falamos hoje de transformação digital e da criação de uma Nova Economia, e vivemos em um cenário conhecido como VUCA — volátil, incerto, complexo e ambíguo. Com isso, novas habilidades são demandadas em todas as áreas de conhecimento. E, desse modo, a resposta é positiva: você precisa de uma atualização em design (e isso não terá mais fim!).

Hoje, um termo muito usado para falar sobre essa temática é o lifelong learning, que, em português, significa “aprendizado constante”. Ele traz o conceito de que a educação não pode ser finalizada juntamente com um curso técnico ou uma graduação, como geralmente acontecia há alguns anos, pois o aprendizado deve acompanhar toda a nossa trajetória. Assim, necessitamos cada vez mais de reciclar as ideias e compartilhar experiências.

Mas como realizar uma atualização em design?

Essas transformações trazem para o design um cenário ainda mais explícito, em que diversas técnicas surgem a todo momento para acompanhar as frequentes atualizações dos softwares e plataformas. Mas, muito além disso, a função do design tem deixado de ser somente a harmonia estética e vem se tornando mais estratégica e funcional, se aproximando, até mesmo, das áreas de gestão nas empresas. Não por acaso, o design UX, que pensa a experiência do usuário, é hoje uma das áreas mais exploradas. 

Por isso, se manter atualizado em design deixou de ser um bônus e tornou-se um requisito básico para se posicionar no mercado. Mas, na prática, como podemos fazer isso? Não existe uma maneira única de acompanhar essas constantes transformações conceituais e tecnológicas do design. E nem uma forma mais correta do que outra.

Há uma combinação de métodos que funciona melhor para cada designer de acordo com o seu objetivo e a sua disponibilidade de tempo e recursos financeiros. Então, para ajudar você a entender como isso acontece, listamos algumas possibilidades de estudos, apresentando os benefícios e os pontos de atenção que devem ser considerados. 

1. Educação formal

Esses são os cursos de longa duração que seguem os modelos tradicionais de ensino, como pós-graduação, mestrado e doutorado. Eles são indicados se você está fora do mercado há um tempo considerável ou buscando se especializar em uma área específica, se deseja dar um up no currículo ou fazer conexões com outros profissionais de design. 

Outra possibilidade interessante da educação formal são os cursos no exterior. Se você acredita que é o momento de aprofundar os seus conhecimentos, conhecer novas culturas e ainda aprimorar um idioma, uma pós-graduação em outro país pode ser uma ótima opção! 

2. Cursos livres

Como a educação formal possui cursos mais longos e aprofundados, nem sempre as faculdades conseguem acompanhar as mudanças do design e adequar o modelo tradicional aos novos conhecimentos, em um tempo hábil. 

Por isso, se você quer desenvolver alguma habilidade pontual, um curso livre é a melhor opção. Experiências de curta duração — como workshops e cursos rápidos presenciais ou à distância — podem agregar muito, principalmente para atualização de habilidades técnicas.

3. Eventos

Os eventos, assim como os cursos livres de curta duração, oferecem “pílulas de informação”. Por isso, são mais adequados para você ter um panorama geral de determinada área do design ou para desenvolver habilidades específicas. Mas eles contam com um diferencial muito importante: as pessoas.  

Em palestras, conferências ou encontros, você tem mais chances de interagir com outros designers e de trocar experiências diversas. Dessa forma, aprende com os erros e acertos de outras pessoas e fortalece o seu networking.

4. Autodidática

Em qualquer circunstância, é possível também buscar conhecimento sem intermédio de um professor ou palestrante, por exemplo, se tornando, assim, um designer autodidata. Para isso, é recomendado que você crie uma rotina de aprendizado, dedicando algumas horinhas do seu dia ou semana para essa atualização. 

Assim, você pode buscar conteúdo em livros, revistas e artigos que sejam referência no design. Além disso, deve acompanhar os sites, blogs e redes sociais que postam notícias, insights, pesquisas e reflexões sobre as áreas que você tem mais interesse. E não deixe de assinar boas publicações, como a #BECREATIVE, a newsletter da Pande

Para fazer a sua atualização em design, todas essas formas de aprendizado podem também ser combinadas. Assim, você amplia o leque de conhecimentos e intensifica a troca de experiências. E para acompanhar as novidades mais fresquinhas do mundo do design, você ainda pode (e deve!) seguir as nossas redes sociais e visitar o nosso blog! 😉